22 de jan de 2016

Como vemos a vida

Ola!!!

"Tudo o que acontece de ruim na nossa vida é para melhorar."

Ouvi essa frase na novela que estreou na Globo recentemente e  me encantei. Primeiro pela beleza da frase e depois pelo positivismo que devemos ter para acreditar nela.

As vezes na nossa vida acontece tanta coisa, que acabamos nos lamentando sempre,"tudo da errado comigo!" e nem percebemos as coisas boas que estão acontecendo.

Sinto que estou ficando repetitiva nos posts, mas a maternidade me ensinou a ver como coisas pequenas se tornam lindas e como valorizamos cada segundo,pois tudo passa muito rápido.

Na perda valorizemos os que ficaram, na derrota valorizemos as pequenas vitórias.

Com o estresse do dia-a-dia é difícil mesmo viver isso, porem devemos tentar, pois vale a pena.
Aproveitemos a beleza do por do sol, o som da chuva no telhado, a risada sincera de uma criança.

Uma linda semana para vocês.

^^


15 de jan de 2016

Respeitar o seu jeito

Olá de novo!!!

Esses dias estava vendo o programa Bem Estar , que falava sobre os benefícios da dança.E quem estava se acabando de dançar? Fernando Rocha, o apresentador.

A primeira vista diríamos que o Fernando dança mal, mas ele põe tanta vontade ,tanta alegria, tanto gosto no que esta fazendo que da vontade de sair dançando também,e sem contar que ele participou do "Dança dos Famosos" e mandou bem.

 Me identifico muito com o Fernando, pois também tenho um jeito peculiar de dançar ,porem adooooro dançar, então sempre dancei, saia para dançar e não importava se quando me empolgava os meus próprios amigos riam, eu ria também e continuava dançando.

Cada pessoa tem o seu jeito de ser,entretanto, acabam se guiando pelo o que a sociedade espera dela. Confie no seu jeito! Lógico que isso não vale para tudo, tem certas situações e lugares que tem suas regras,mas na vida temos que nos guiar pelo que somos.

Gosta de dançar?Dance, gosta de cantar?Cante.

Se jogue na vida,pois ela é muito curta para ficarmos nos controlando com tudo.

Até logo! ^^







8 de jan de 2016

Calçar os sapatos alheios

Olá novamente!

Ontem encerramos as tradições de Natal com o Dia dos Santos Reis , e tiramos os enfeites de
Natal.Na verdade , eu sou a responsável por tudo isso, pois meu marido é agnóstico,mas as vezes se diz ateu,porem respeita minha religiosidade,e isso me ensinou a respeitar a falta de religiosidade dele.

Eu ainda ando envolvida pelo mundo materno e acho que isso durará um bom tempo, mais ou menos, para sempre. Por exemplo, para conseguir digitar esse post eu abri uma aba para passar Galinha Pitadinha para Malu assistir .

Esse envolvimento me faz refletir sobre muitas coisas, como sobre o Mundo que aguarda minha Malu e a Malu que estou formando para o Mundo.

Umas das coisas que mais tenho notado é a dificuldade do outro se colocar no lugar do outro. E me policio para evitar cometer esse erro, aprendi muito com meu marido, apesar de sua falta de crença, com ele é que aprendi a exercer tudo que ouvia em eventos e celebrações religiosas.

Um dia desses uma senhora que sentava ao meu lado no ônibus chamou minha atenção a uma mãe que descia com um bebê no colo : "Não leva nem uma sombrinha para a criança." Olhei para o céu e disse :"Mas esta um pouco nublado." e ela não falou mais nada. Me compadeci da mãe, pois vi o cuidado que ela teve para descer com o bebê do ônibus, vi também que ela carregava o bebê no colo, não tinha um canguru ou sling para ajudar,até por que essas coisas não são tão baratas e ainda levava uma bolsa de bebê ,que tinha um ziper com defeito e uma sacola pequena de mercado, como ela carregaria uma sombrinha? Me doeu,não o comentário, me doeu o fato de eu já ter feito um julgamento parecido em algum momento.

Meu marido tem uma frase :" Se cada um conseguisse se colocar no lugar do outro não haveria preconceito. "

Acredito nisso, tento mudar meus atos e principalmente quero que minha filha cresça com esse pensamento. O respeito ao outro, o se colocar no lugar, não fazer julgamentos olhando apenas uma versão da história.

Sou uma pessoa privilegiada ,mas não posso julgar a vida dos outros como se fossem tão privilegiados como eu. Tenho meus preconceitos, mas aprendi a ao menos não discriminar.

"Que possamos ser a mudança que queremos ver no Mundo."

Até logo!

^^


\
Lingua Feminina © 2014. Todos os direitos reservados.
Layout criado por: Thami Sgalbiero.
Tecnologia do Blogger.