19 de fev de 2014

Deu a louca na história

Olá gente!

Hoje vou apresentar para vocês a serie Deu a louca na história, nome original Horrible Historie, uma serie produzida pela BBC e transmitida pela TV Escola.



Horrible Histories é uma série de televisão de comédia é um esboço do Reino Unido crianças com base na história da franquia os epônimos mais vendidos para crianças originada por Terry Deary . O show foi produzido pela TV Leão com Citrus Televisão para CBBC e correu de 2009 a 2013 para cinco séries de treze episódios de meia hora cada um, além de one-off especiais sazonais e Olímpicos.
(fonte:página do facebook )

Eu simplesmente me apaixonei pela serie, pois a gente acaba aprendendo mais sobre história de um jeito divertido,tem uma linguagem que agrada a crianças e adultos.

Na serie sempre tem um musical falando mais sobre um personagem histórico, a seguir alguns dos meus preferidos:


Reis e rainhas da Inglaterra:




Cleopatra:



Boudicca, guerreira Celta:




E ai , o que acharam?

14 de fev de 2014

Julia na cozinha: Bolinho de batata frita

Vou passar para vocês hoje uma receita que aprendi há pouco tempo com minha sogra, ela viu em um programa de TV e me ensinou enquanto preparava.

Achei uma delicia e repeti em casa, várias vezes, apesar de ser fritura, o que tento evitar, é irresistível, pode ser servido como aperitivo,porem normalmente faço para acompanhar a comida mesmo. A primeira vez que fiz foi para servir a um amigo vegetariano que viria a um churrasco na minha casa.

Vamos a receita:

Ingrediente:

-3 batatas lavadas médias
- 1 ovo
-1 colher de farinha de trigo
- tempero a gosto (utilizei 1 sachê de Sazon)

Dica: Se for fazer até 6 batatas pode usar a mesma quantidade de ovos e farinha de trigo.

 Modo de preparo

Rale as batatas no ralo médio, esprema entre as mãos e fora do recipiente as batatas raladas,para tirar o excesso de água, fazendo isso ela fica mais crocante.



Mistura as batatas o restante dos ingredientes e mexa bem.



Coloque em uma frigideira uma quantidade de óleo razoável, que chegue a mais ou menos 1 cm da frigideira (vou tentar fazer com azeite para ver se fica mais saudável) espere aquecer um pouco e vá colocando pequenas porções da mistura. Deixe fritar 4 minutos e vire , deixando fritar mais 4 minutos do outro lado.



Ponha as batatas fritas em recipiente com papel toalha.



Agora é só esperar esfriar um pouco e servir.

Bom apetite!

Espero que tenham gostado.

Até logo!^^

12 de fev de 2014

Meus pensamentos sobre relacionamento



Nos últimos dias eu estava observando os relacionamentos a minha volta e observando o meu relacionamento também, falo do relacionamento marido e mulher,namorado ou namorada, ou marido e marido,mulher e mulher, e percebi que há muita coisa boa e muita coisa injustiça que acontece.

Graças a Deus, tenho um relacionamento muito bom com meu marido, somos companheiros demais e apesar de não concordarmos em muitas coisas, muitas mesmo, nós temos uma linha de pensamento parecida, o que nos faz não entrarmos em conflito e crescemos juntos.Hoje a renda principal da casa vem do meu trabalho,porem a administração do dinheiro é por conta dele.Por que? Simplesmente, por que ele é beeem mais econômico do que eu e faz o dinheiro render.

Poderia deixar o orgulho entrar pela porta e gritar : “O dinheiro é MEU.” Mas não deixo ,por que o dinheiro é NOSSO. Não que seja uma regra para todos casais.
Estava observando um conhecido que se separou recentemente e sempre associava a sua ex-mulher as coisas que davam errado na sua vida financeira e pessoal e até mesmo as mal criações dos filhos, sendo que ,eles se separaram e continuamos vendo os mesmo erros ou seja, ao meu ver, era tudo uma justificativa, a menina poderia não estar com toda razão,mas ele também não.

Para mim, há dois ingredientes fundamentais para um relacionamento feliz, que são, o respeito e a cumplicidade. Quando algo da errado os dois devem sentar e conversar,respeitando a opinião e a personalidade do outro.Parece até clichê, porem vejo muitos casais deixando o orgulho tomar conta do relacionamento.

Quando somos solteiros, com nossos pais e irmãos, sempre sabemos o que é bom não falar ou não fazer para não causar atrito.Então por que não podemos usar esse bom senso com nosso companheiro? Em todo relacionamento alguém tem que ceder, lógico que se apenas uma parte esta cedendo sempre, algo esta errado.

Um relacionamento feliz  não há regra, se houver os ingredientes que falei anteriormente e lógico, muuuuito amor!



Até logo!^^

10 de fev de 2014

Planeta Pink + relação com maquiagem



Olá pessoal!

Vou começar esse post contando minha relação com a maquiagem.

Sempre vejo blogs com makes incríveis e as vezes comento dizendo que iria tentar fazer e realmente tento, mas não sei se por minha falta de habilidade ou falta de segurança,nunca acho que uma maquiagem mais elaborada fica bem em mim.

No lado direito aqui do blog , tem minha foto de perfil ,que mostra o nível de maquiagem que costumo usar.

No dia a dia ,uso sempre um batom, pelo menos isso,né? Quando estou com um humor melhor passo um rímel e um blush, quando saio a noite ou para um evento, até ouso preparar a pele ( com um pó, uma base, um corretivo),mas no dia a dia  não consigo usar isso.

Porem, queria aumentar um pouco a minha vaidade no dia a dia, sem fugir do que sou,pelo menos colocar também uma sombra além do blush, rímel e batom .

Então, eu estava buscando parceria, até que encontrei a Planeta Pink, porem para falar e fazer propaganda de uma loja acredito que temos que conhecer a mesma.

Comprei um conjunto de 12 pinceis com estojo de oncinha, que achei bárbaro, a entrega foi no prazo e os pinceis são de ótima qualidade, não soltam cerdas e achei práticos na aplicação de produtos, como o pó compacto, que era o que eu tinha maior dificuldade com o pincel antigo.

Gostei também do estojo, que vem em um tamanho muito bom para carregar na bolsa.









Para quem quiser conhecer a loja Planeta Pink só clicar AQUI

Até logo!^^

5 de fev de 2014

Convulsões: Como lidar?

Ontem eu li um repost de um blog materno que gosto muito o Potencial Gestante, que já fiz referencia a ele aqui algumas vezes. 
O post é sobre uma situação que a Luiza, dona do blog, passou com seu filho, ele convulsionou. A seguir vocês verão o relato dela de como passou por isso, o que pode ser valioso para nós, caso aconteça conosco.

Post original AQUI.

"Já faz duas semanas que aconteceu, mas eu lembro como se fosse agora.
ele estava com febre desde o dia anterior.
era segunda feira, e nos preparávamos para a consulta de rotina da pediatra, a consulta dos 9 meses.

passou a manhã inteira quentinho, dengoso, sem dar o menor papo pra comida e bola somente pra mim. mamava por 40 minutos, largava o peito por uns 20 e depois pedia pra mamar outra vez.
tomou um tylenol pela manhã pra abaixar a febre e, pouco antes de sairmos para a consulta, dei um banho nele pra abaixar a temperatura, que estava na casa dos 38,5º C.
não liguei para a pediatra porque a consulta seria em menos de uma hora.
no trocador ele deu uns dois espasmos parecendo aquele reflexo de moro que acontece em recém nascido. ele assustou-se, mas eu não.

combinei com o marido para almoçarmos juntos e depois irmos à consulta. mandei mensagem dizendo que atrasaria um pouco por conta do mamaço que tava rolando em casa.
mamou, dormiu e aproveitei pra deixá-lo no berço enquanto eu me arrumava. mal deu tempo de fazer isso e ele acordou chorando, pedindo colo. terminei de me arrumar com ele a tiracolo.
quando estava quase saindo de casa, ele teve mais um espasmo.
aí aconteceu.
e de alguma forma eu já sabia o que viria depois.

ele deu um grito alto e foi ficando vermelho, jogando o corpo para trás.
os olhinhos viraram e a língua mexia-se rapidamente na boca. o corpo tremia.
era convulsão.
como um flash, tudo o que eu sabia sobre convulsão passou na minha mente: 1ª coisa: ela não mata; 2ª: ela passa; 3ª: não segure a língua, 4º: proteja a cabeça, 5º: agora espera.
eu travei.
andava para um lado e para o outro na casa, sozinha, com ele no colo: “ai meu deus, ai meu deus”.
não consegui fazer nada, só orar. orei, orei, orei, pedi misericórdia a Deus. “salva nosso filho, papai! em nome de Jesus!” e só.

em questão de um minuto ele foi acalmando e ficou pálido. a boca ficou roxa e a respiração bem escassa.
“meu filho vai morrer nos meus braços”.
mas logo voltou a respirar bem lentamente.
“vou ao hospital! ele pode ter outra convulsão”.
liguei para o marido e não conseguia falar nada, só hilan, hilan, hilan, hilan, em looping.
e consegui avisar “o benjamin teve convulsões. te ligo depois”.

tive que parar pra pensar em qual atitude tomar.
não tive coragem de pedir socorro no meu prédio.
pensei em ligar para uma ambulância, mas tive medo de demorar demais (se acontecesse outra vez, com certeza ligaria para a ambulância).
liguei para um táxi.
no caminho ele olhava distante, catatônico, sem responder quando o chamava.

no hospital encontrei o marido que já tinha deixado de sobreaviso a situação do filho.
chegamos e já entramos direto.
ele foi encaminhado para o banho morno. depois tentaram achar sua veia mas não conseguiram.
um, dois, três furos e eu estressei: “meu filho não é um boneco pra vocês brincarem de furá-lo. arrumem outro jeito de dar a medicação!”
foi na bunda.
nisso ele já estava bastante consciente e chorava, chorava, só não gritava porque não tinha tanta força.
a temperatura estava na casa dos 38º C.

ele ficou melhor, já estava observando as coisas, apontando para a luz.
vamos fazer o raio-x. nem chegamos a sair e ele deu outro espasmo: “ele vai convulsionar”, avisei.
na mesma hora começou tudo outra vez.
pedi pro marido não olhar (mas ele não me ouviu, claro. eu não ouviria).
a pediatra já chegou, deitou ele na cama e ele ficou ali, de ladinho, todo encolhidinho.
não quis ver seu rosto. deixei ele aos cuidados da médica e equipe.
oxigênio nele. desta vez demorou por volta de cinco minutos.
ela injetou um antiespasmódico e aos poucos ele foi cedendo.

ele chorava baixinho, como no dia do seu nascimento.
ele respirava com dificuldade.
meu coração ficou do tamanho de uma semente de uva.
por dentro eu estava desabando. por fora, tinha que permanecer forte.
“será que eu dou conta disso?”.
quando lembro de tudo, vejo que só Deus pra me dar força em uma hora dessas.

passamos a tarde toda, até o começo da noite no hospital.
raio-x, hemograma completo. tudo ok.
ele passou a tarde com compressas de álcool na testa e na barriga. ficou peladinho (e aquele ar condicionado gelado).
a pediatra explicou algumas coisas sobre as convulsões febris:
  • qualquer bebê ou criança de até 5 anos pode ter convulsões em caso de febre. o sistema neurológico deles ainda é imaturo, então essa é a forma de reagir do corpo;
  • a convulsão febril pode ocorrer ou em picos de febre ou em quedas bruscas de temperatura. no caso dele, as duas ocorreram depois do banho (e em uma delas ele até estava medicado);
  • ele não precisa tomar remédio controlado nem nada do tipo. apenas temos que ficar de olho toda vez que ele ameaçar ter outra febre;
  • agora, deu 37º C a 37,5ºC  a gente já tem que entrar com o antitérmico, visto que ele tem propensão a convulsionar. eu é que não vou arriscar chegar no 38.
  • um antitérmico sozinho não pode ser tomado antes de 4h desde a última ministração, mas eles podem ser utilizados alternados. quando ele estiver com febre, a temperatura deve ser medida constantemente e os antitérmicos pode ser usados alternados de 2h em 2h;
  • a ordem de uso dos remédios para controlar a febre foi: 1º a novalgina (dipirona), depois o alivium (ibuprofeno) e por último o tylenol (paracetamol). mas ele vomitou nas últimas vezes que tomou alivium e eu inverti a ordem com o tylenol. cada um desses pode ser dado alternado de 2h em 2h caso a febre persista;
  • banhos mornos quase frios e compressas com álcool na cabeça e barriga (axilas tb) são bem vindos e ajudam muito a baixar a febre mais branda (e a não subir a mais alta);
  • a convulsão não costuma durar mais de 10 ou 15 minutos. passado disso, corra pro hospital. na verdade, corra pro hospital de qualquer jeito;
  • durante a convulsão, não tente colocar a mão na boca da criança. deite-a, de preferência de lado (para não engasgar) e não tente imobilizá-la. apenas mantenha ela longe de coisas que possam machucá-la e proteja a cabeça com um travesseiro ou almofada;
  • é feio, mas tente observar tudo para depois narrar ao médico, especialmente a duração;
  • passada a convulsão, corra para o pronto socorro mais próximo (a pediatra disse que os hospitais públicos de brasília atendem emergência mais prontamente que os particulares);
  • ele não lembra-se do ocorrido. é como se a memória apagasse o feito (queria que acontecesse comigo também). em geral também não há sequelas;
  • ela disse que não é necessário ir a um neuropediatra, apenas se os pais desejarem como desencargo de consciência.
passados três dias (todos com febre controlada), apareceram vários pontinhos vermelhos por todo o corpo, semelhante a uma assadura. o diagnóstico: roséola.
uma virose chata, mas inofensiva (ofensiva foi a febre), que passou rapidinho.
mas nisso a imunidade dele deu uma abaixada e ele ficou gripado. também pudera: mudança de tempo e 6h seguidas no ar gelado do hospital. não poderia dar em outra.

ele ficou esgotado e traumatizado com todo o desgaste das convulsões os procedimentos hospitalares. passou dias molengo, só dormindo e mamando. parecia um recém nascido com tamanho de menino de 1 ano.
aos poucos conseguiu ficar mais tempo acordado, sentar-se, engatinhar e, ao fim da semana, ficar em pé.

hoje ele está ótimo. ótimo até demais. “fala”, grita, rosna, engatinha na velocidade da luz, escala todos os móveis, não me dá sossego um segundo sequer.
nisso ele está hiper grudento, só quer saber de colo o tempo todo. à noite acorda o tempo inteiro, vem pro meu colo e sossega. passamos uns dias de cama compartilhada mas eu que não dei conta.

dou graças a Deus por ele estar bem, mas tenho pedido ajuda pra que eu consiga lidar com a lembrança.
foi a experiência mais traumática de toda a minha vida.
foi a cena mais horrorosa de todos os tempos (nunca mais assisto o exorcista).
qualquer movimento brusco que ele faz, eu me assusto. qualquer gritinho que ele dá, meu coração acerela e quase sai pela boca.
estou tomando um floral de bach chamado rescue e orando sempre, porque só Deus pra me arrancar essa agonia.

sei que basta a cada dia o seu próprio mal.
os dias que se passaram nas duas últimas semanas foram me ajudando a me recuperar.

mas escrever esse post doeu. foi como jogar vinagre na ferida.
as memórias foram retomadas e passei um dia ansiosa.

eu não gosto de falar de doenças e coisas ruins no blog.
mas pensei em todos os pais que já passaram por isso (tenho descoberto que não são poucos) e vi que é um assunto velado.
é feio, mas não é um bicho de sete cabeças.
não deixou sequelas no meu bebê. apenas em mim e no meu marido.

de repente você já passou por isso. foi pensando exatamente em você que escrevi este post."

Repasso esse post que achei mega util, pois as vezes as soluções são simples,mas o desespero do não saber o que fazer nos atrapalha.

Até logo!^^

3 de fev de 2014

Gentileza gera gentileza



José Datrino, mais conhecido como Profeta gentileza (CafeLandia (São Paulo), 11 de abril de 1917Mirandópolis, São Paulo, 28 de maio de 1996) foi uma personalidade urbana carioca, espécie de pregador, que se tornou conhecido a partir de 1980 por fazer inscrições peculiares sob um viaduto situado na Avenida Brasil, na zona portuária do Rio de Janeiro, onde andava com uma túnica branca e longa barba.1
"Gentileza gera gentileza" é sua frase mais conhecida.2
(fonte:Wikipédia)

O profeta gentileza é bem conhecido e fiquei pensando nessa famosa frase dele esses dias ao me auto analisar.
Percebi que estou mais gentil, estranhei essa mudança de comportamento em mim,pois sempre fui ogra, não que ser gentil me atrapalhe,mas estranhei e fiquei imaginado qual seria a causa.

Não demorei para perceber que a causa é a gentileza que me oferecem, tenho a minha volta pessoas muito gentis, durante minha vida sempre tive pessoas desencanadas ou até mesmo grosseiras, e viver rodeada por pessoas gentis me fez mudar naturalmente.

E me refiro a pequenos gestos, não precisa ser grandioso para nos sentirmos importantes, o que nos faz bem é o simples fato de estarmos sendo lembrados.

Naturalmente esses pequenos gestos de gentileza que me ofereceram eu estou devolvendo,não como uma obrigação, porem com uma satisfação grandiosa de ver o outro bem e feliz com meu ato.

Se levarmos esse exercício de ser gentis a serio , creio que muitas pessoas seriam contagiadas também,talvez não todos,mas boa parte.

Sigamos gentis, ser gentil não é ser bobo, mas sim retribuir ao Universo a gentileza que nos dão.


Até logo!^^
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