14 de nov de 2017

Como estou aprendendo inglês?

Olá pessoal!

Uma coisa que é muito comum ver hoje em dia é alguém querendo aprender outra língua, seja para agregar ao currículo, por realização pessoal, etc. 

E nesse mundão de meu Deus há muitas formas de fazer isso, seja frequentando curso, seja vendo serie, seja viajando.

Eu não sou fluente em língua estrangeira, bem pelo contrário, mas vou dividir minha experiência. 

Quando eu entrei na adolescência, eu já amava a língua inglesa, decidi aprender. E consegui convencer meu pai a me matricular em um curso. Na época eu fiz o Fisk , fiz o básico e parei. Fiquei desestimulada,confesso que me arrependi de ter parado,mas fico difícil convence-lo de novo. O curso era muito bom, era leve e o que ajudava era ter muito dialogo em inglês.Conclui o básico e com isso fui tentando aprender por conta própria. 

A principio eu fui agregando ao meu vocabulário palavras novas vendo series, filmes e clipes legendados. Foi muito bom isso, em um tempo que internet não era tão acessível. 

E ultimamente estou ainda mais empenhada, devido a facilidade da internet e ao Youtube com seus diversos canais, ou seja, você não precisa ser rico para aprender uma nova língua , apenas interessado.

Como eu conseguia ler alguma coisa em inglês eu achava que estava mandando bem, mas junto com meu marido que tinha um nível da língua mais básico percebi que tropeçava na pronuncia. 

Eu curto muito ver canais com "professores" gringos, coloquei em aspas, pois passam de uma forma tão natural que você aprende sem sentir , como deve ser. 

O que percebi que o dialogo em inglês é importante,mesmo que não saiamos do Brasil, colocar o inglês no dia-a-dia, quando possível , também ajuda a exercitar e fixar. 

Vou colocar aqui todos os canais que acesso para aprender inglês:

Ask Jackie
Amigo Gringo
Tim Explica 
Carina Fragozo (Única brasileira que sigo.rs )

  Espero que tenha ajudado de alguma forma e se vocês tem alguma dica para acrescentar , por favor, coloca aqui nos comentários ,ainda estou em fase de aprendizagem. :)

Abreviação de : Thanks God it´s Friday (Graças a Deus é sexta-feira.)



Até logo!!!


20 de out de 2017

O que você precisa saber antes de ser mãe

Olá pessoal !!!

Voltei! Hoje vou dividir com vocês um pouco da minha experiência com a maternidade, ou seja, minha intenção aqui não é cagar regras na vida de vocês, só passar um pouco do que vivi e o que me pegou de surpresa.

Sou defensora que ninguém é obrigado a ter filhos, é uma responsabilidade muito grande para ser imposto.Mas é só ter um casal recém-casados ou com muito tempo de namoro e lá vem a pergunta :"E os filhos?" ou quando encontram uma mulher na faixa dos trinta e solteira : "Você tem que encontrar alguém! Ter família , filhos!" (Homens não sofrem isso,pelo menos nunca vi.) Porem se o casal ou a mulher diz que não quer ter filhos...




 Quem já viu algumas postagens antigas minhas sabem que eu desejei muito ser mãe. Fiquei ansiosa, na expectativa, fazendo planos e etc. Mas nem sempre foi assim, quando mais nova eu não deseja ser mãe e uma vez declarei isso em voz alta, explicando que eu achava o mundo louco e cheio de maldade para trazer uma criança para ele, fora que eu não me via preparada , e com isso ouvi que eu estava sendo EGOÍSTA !



Como assim Bial ?! Eu não querer trazer uma criança para um mundo mau é egoísmo?  Vocês devem perguntar : "Ué mulher!O mundo continua mal e você estava despreparada" Eu sei, eu sei,mas eu quis, eu avaliei, eu desejei, eu me preparei ,o preparo nunca é suficiente,mas tentei. E para mim foi a melhor escolha da minha vida. Sendo que sempre que alguém me vê louca em alguma situação enrolada com minha filha e me pergunta :" Da trabalho, mas vale a pena , né?" Eu paro penso e rio nervosamente, se você quiser muito vale a pena sim. 

A maternidade requer muito da mulher, falo maternidade, pois dificilmente um homem aparece no meu blog. kkkkkk e por que nem sempre os homens são participativos, ajudar não é o suficiente,pegar no colo para a mulher tomar banho e depois se vira ai  não é o suficiente. Já dizia o comercial do Gelol a milhões de anos atrás, não basta ser pai tem que participar. As coisas estão mudando,porem ainda há muito caminho pela frente.Fora que a coisa já começa na gravidez e ai o pai não tem muito o que fazer. É enjoo, gazes (o.O), dores nas costas, inchaço nas pernas, e isso se tratando de uma gravidez razoavelmente tranquila. Conheci mulheres que não sentiram nada e outras que passaram os 9 meses de cama. 

Os primeiros meses com o bebê são tensos e estou falando dos primeiros 24 meses. Lógico!Vai amenizando gradativamente, mas não deixa de ser cansativo. O primeiro dia com minha filha eu não dormi, ganhei ela as 23:40h e fiquei acordada a noite toda, pois não me preparei adequadamente para amamentação, foi sofrido, foi doloroso, sentia uma dor do peito que seguia na direção do ombro e respondia nas costas. O problema é que não estava tendo a pega (lê-se pêga) correta. E ai vem a decisão consciente e o desejo forte de ser mãe, eu também deseja muito amamentar e foi o que me fez continuar. Eu consegui entender o  motivo de algumas mães não conseguirem ou desistirem, pois é difícil mesmo, não é algo natural e instintivo, tem que ter muita ajuda e preparação. Para ter a pega correta, para não machucar seu peito, para não empedrar. É punk. 

Os primeiros 3 meses ,aproximadamente, tem as cólicas, uma dor que o bebê sente e você sente junto,pois é difícil lidar com ela, não há luftal que dê jeito, o bichinho se contorce e você se desespera, ai entrou novamente meu despreparo, há técnicas como chantala e colocar o bebê em contato direto com nosso corpo que alivia. (Se alguém souber alguma dica põe nos comentários,pois até hoje não tenho muita noção do que fazer.)

Até um ano, um ano e meio, a criança exige muito de nós, não tem como você deixar sozinho, quem amamenta tem que ficar atento com os remédios que toma, o bebê precisa da nossa atenção constante.

Quando minha filha fez um ano e as coisas começaram a melhorar eu estava lendo uma postagem em um blog materno onde uma mãe relatava os primeiros meses com seu filho, e percebi que eu havia esquecido de todo o sufoco que passei, eu só lembrava das coisa boas e achei bem louco isso. Acredito que a romantização da maternidade não seja nem algo intencional, mas quando alguém pergunta para você sobre ela, você foca em seu filho, seu amor eterno, e não consegue lembrar dos perrengues. 

Por exemplo, quando eu comia com a mão esquerda , sendo destra, enquanto segurava o bebê,pois ela não queria ficar no colo do pai. 

Fazer uma rede de apoio é muito importante também, um dos meus maiores erros, foi querer ser a super mãe, querer fazer tudo sozinha, meu marido cuidou da casa durante o resguardo, mas logo ele teve que ficar em outra cidade para trabalhar.Ah!Tem isso também, o financeiro fica bem abalado com a chegada do bebê e olha que nem crio a Malu com luxo. Fiquei louca sozinha com a criança, como ninguém se ofereceu ajuda , também não pedi.Aceite toda ajuda possível, não somos super heróis.

Hoje minha filha tem 2 anos ,não mama mais, já dorme na caminha dela, no nosso quarto,pois só tem um na casa. Fica um bom tempo  sem nos solicitar, permitindo que resolvamos nossas coisas, mas faz birra quando contrariada, chora, esbraveja e isso não quer dizer que não tenha educação, quer dizer que é um ser humano, vejo muitas pessoas querendo comparar a criança com um cachorro, como se pudesse ser adestrado. O mais incrível é que conseguem justificar alguns atos ridículos dos adultos, que tem uma bagagem de vida, colocando a culpa no sistema, na sociedade ou no signo, mas crucificam uma criança que não tem a mesma bagagem ou os pais que são os que sofrem diretamente,pois tem que lidar com a situação. Há sim crianças mal educadas, mas não vamos generalizar. 

Para finalizar , vou recomendar dois canais sobre maternidade, que serve para quem é mãe, para quem quer ser mãe, para quem não pensa em ser mãe,mas gostaria de entender sobre esse mundo. 
São eles o Hel Mother e o Potencial Gestante, o segundo também tem um blog maravilhoso. 

Espero que tenham gostado desse tipo de postagem, como já disse algumas vezes, não tenho vocação para blog materno, mas esse tipo de postagem acredito que sirva para todos. Deixem seu comentário,adoro dividir experiência para evoluir. 



Até logo!!! ^^




21 de set de 2017

Resenha: Amigas para sempre (Firefly #1)

Olá pessoal!

Já tem um tempinho que eu ganhei o livro "Amigas para sempre " da minha cunhada. Ela já tinha lido e não iria ler de novo,como eu gosto de ler e tenho uma estante de livros unimos o útil ao agradável, simples assim. :)

Sinopse: Tully Hart tinha 14 anos, era linda, alegre, popular e invejada por todos. O que ninguém poderia imaginar era o sofrimento que ela vivia dentro de casa: nunca conhecera o pai, e a mãe, viciada em drogas costumava desaparecer por longos períodos, deixando a menina aos cuidados da avó. Mas a vida de Tully se transformou quando ela se mudou para a alameda dos Vaga-lumes e conheceu a garota mais legal do mundo. Kate Mularkey era inteligente, compreensiva e tão amorosa que logo fez Tully sentir-se parte de sua família. Ao longo de mais de trinta anos de amizade, uma se tornou o porto seguro da outra. Tully ajudou Kate a descobrir a própria beleza e a encorajou a enfrentar seus medos. Kate, por sua vez, a ensinou a enxergar além das aparências e a fez entender que certos riscos não valem a pena. As duas juraram que seriam amigas para sempre. Essa promessa resistiu ao frenesi dos anos 1970, às reviravoltas políticas das décadas de 1980 e 1990 e às promessas do novo milênio. Até que algo acontece para abalar a confiança entre elas. Será possível perdoar uma traição de sua melhor amiga? Neste livro, Kristin Hannah nos conta uma linda história sobre duas pessoas que sabem tudo a respeito uma da outra – e que por isso mesmo podem tanto ferir quanto salvar.

 Uma leitura leve e impossível não se envolver :  

Kristin Hannah conseguiu nos transportar para os anos 70 e veio nos trazendo de volta enquanto acompanhávamos a vida de Tully e Kate. 

Tully, a menina fácil de abandonar, foi como sua mãe acabou marcando sua vida.Como não tinha a única coisa que queria , ela passou a querer tudo. 
Kate, começa com estereótipo nerd ,uma adolescente como várias,tentando se descobrir e se ajustar ao mundo. 
TullyeKate , as amigas inseparáveis da Alameda dos Vaga-lumes. Kate,o apoio para a solidão de Tully, Tully , a confiança que faltava em Kate.

Vemos durante todo o livro uma amizade real e não idealizada, são amigas, mas que tem suas questões a resolver referente uma a outra ,porem que nunca se resolve. Quem nunca? 


Elas crescem e amadurecem não apenas com as palavras que uma pode dar para outra, mas com ações, uma é praticamente um espelho da outra, com lente de aumento. 

Impossível não passar por uma amizade de tanto tempo e não se magoar, e isso é o mais legal. Uma relação longa não é sempre um mar de rosas, tem também o mar revolto e como lidamos com isso é o que mostra a força que o relacionamento tem. 

O final impactante,nos faz rever tantas coisa referente a TulyeKate e entender tanto de ambas. Perceber que um passo que não damos, uma decisão que queremos ,mas não tomamos pode fazer diferença. 

Enfim, Amigas para sempre é uma leitura leve, emocionante e que vai te fazer lembrar das suas verdadeiras relações de amizade.

Até logo!

12 de set de 2017

Feminismo?

Olá pessoal,

Já tem um tempo que eu to querendo falar sobre feminismo aqui no blog

A principio eu tinha muita resistência ao feminismo, eu considerava algo extremista, um movimento político escondido atrás da defesa feminina e ao mesmo tempo havia muita vitimização, muitos exageros. Pois é...

Mas então um dia eu fiz um post no meu face sobre isso, na verdade eu apenas postei uma imagem cutucando as feministas. E como resposta , uma amiga que é assumidamente feminista veio falar a opinião dela sobre isso no post. E foi de uma forma tão educada, tão baseada em argumentos, tão civilizada, que me quebrou e quebrou a primeira imagem que eu tinha de feministas. A da agressividade gratuita.Com isso uma janela ficou aberta na minha mente, não me considerei feminista a partir dai, mas não resistia tanto ao assunto. Com o tempo tive experiências negativas também, mas já não associava ao movimento, mas sim a pessoa.

O ápice da minha experiência sobre feminismo foi quando eu vi um vídeo da Jules no canal DRelacimaneto, você pode conferir o vídeo AQUI.

Foi ali que me identifiquei, na realidade eu tinha um conceito próprio do que seria um feminismo, e como não se encaixava com o que eu via manifestado na maioria das vezes, eu não me identificava. Mas, nesse vídeo eu me encontrei, vi uma militante feminista dizendo tudo aquilo que eu acreditava.

As mulheres lutaram muito e conquistaram muitas coisas com o tempo ,mas ainda não é o suficiente.
Não é mimimi quando uma mulher reclama como é vista como um pedaço de carne ,pois mal entramos na puberdade e já somos vistas assim (por alguns doentes até antes ) , quando o corpo já desenvolveu,mas as vezes a mente ainda é de criança ou confusa. Não é mimimi, quando reclamamos por sermos cobradas para sermos super mães, e acabamos até nos cobrando por isso, administrar a casa, o trabalho, a rotina dos filhos e o homem é considerado um super pai apenas por trocar algumas fraldinhas ou pagar a pensão em dia. Quando reclamamos da carga pesada que é jogada sobre nós e ouvimos :" Ué, não queriam igualdade?" Pois é,mas não esta igual. 

Não estou afirmando também que eu sou o Papa do feminismo e eu dito o que é ou não é feminismo,estou descrevendo mais minha identificação pessoal, estou em eterna aprendizagem.

Tomara que consigamos nos desconstruir, há muitos que tem atitudes machistas por falta de informação,nesses casos eu acho que vale a pena informar,mas com quem já  vem com argumentos fajutos para machismo eu nem perco tempo.

Se hoje me considero feminista? Não, pois não curto rótulo.Porem apoio quem defende a causa .Então no fundo...

Aproveito para indicar alguns canais:

Think Olga
Hel Mother
DRelacionamento

E vocês meninas? Qual a visão de vocês ?Vamos conversar?



Até logo!

4 de set de 2017

Eu assisti : O começo da vida - Netflix

Olá pessoal,



Enquanto eu planejava ser mãe eu cogitei transformar meu blog em um blog materno e até tentei fazer um paralelo a esse, mas foi confirmado que eu não levo muito jeito para um blog apenas sobre esse tema.

Hoje vou indicar para vocês o seriado O começo da vida - Netflix

Cientistas, ativistas e pais do mundo inteiro exploram como os primeiros cuidados dispensados às crianças podem moldar o curso da sociedade.

Direção : Estela Renner
2016






Uma serie baseada em um documentário e vemos a visão de pais e especialistas de todo o mundo sobre a experiência com as crianças em seus primeiros anos.
Quando nasce uma criança, nascem os pais, são outras pessoas, é um mundo novo onde todos estão aprendendo e se descobrindo. Há um ditado africano que é citado na serie :"É preciso uma aldeia inteira para educar uma criança. " e concordo.

Acho uma serie ótima para quem vai ter um filho, para quem já tem e para quem não quer ter, mas convive com alguma criança. Pois vejo uma visão muito cheia de preconceito sobre o que esperar de uma criança, percebo que talvez até mesmo por desespero há uma tentativa de criação baseada no medo e não no respeito. Há situação que realmente há uma permissividade excessiva, o limite é necessário, mas ter um ser humaninho que só não faz o errado por ter medo e não por saber que é errado também não é uma vitória.

Espero que gostem!

Até logo!

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